terça-feira, 13 de setembro de 2011

Pesquisar antepassados no Memorial do Imigrante


aOs livros da Antiga Hospedaria do Imigrante em São Paulo, estão disponiveis para pesquisa on line em
http://www.arquivoestado.sp.gov.br/livros_estrangeiros.php

Também pode-se solicitar uma certidão
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Livros de Registro da Hospedaria de Imigrantes
Construída entre os anos de 1886 e 1888, a antiga “Hospedaria de Imigrantes do Brás” foi um dos maiores centros de recepção de estrangeiros já existentes no Brasil. Por suas dependências, passaram mais de dois milhões de pessoas entre os anos de 1887 e 1978.
As informações aqui apresentadas registram a parte mais significativa deste fluxo migratório, sendo a transcrição dos registros dos livros de matrícula desta hospedaria para os anos de 1887 até 1958. Adicionalmente, também há no banco registros da antiga Hospedaria do Bom Retiro (predecessora da Hospedaria do Brás) que cobrem os anos de 1882 até 1886.
O banco de dados ora apresentado é proveniente do Memorial do Imigrante de São Paulo. Com o fechamento desta instituição para reformas, o Arquivo Público do Estado de São Paulo ficou com a custódia temporária de seu acervo arquivístico, sendo também o responsável pela emissão das “Certidões de Desembarque” elaboradas com base na documentação em questão.
Cabe observar, que como esses registros estão transcritos literalmente como aparecem nos Livros, é comum que a grafia de nomes em sobrenomes possa não condizer com a forma correta.
Também cabe notar que os registros eram feitos em nome dos “chefes de família” (via de regra o parente do sexo masculino, em idade produtiva, mais velho). Sugerimos pois que a consulta seja feita pelo nome destes.
Boa pesquisa!
Escolha um ou mais filtros abaixo, se preferir refina a busca, combine os filtros (nem todas as combinações são válidas)
Nome
Sobrenome
Nº do Livro
 
          

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Uma linda historia da familia em A Liahona, setembro 2011, p. 38


Sua Promessa Se Cumpriu

Ted Bainbridge, Colorado, EUA
Numa reunião combinada do sacerdócio e da Sociedade de Socorro, em 2009, o líder do nosso grupo de sumos sacerdotes explicou o desejo da presidência da estaca de que todo adulto levasse um nome da família ao templo dentro de um ano. Ele apresentou programas da estaca e da ala para ajudar os membros a cumprir essa meta. Ao terminar, fez uma promessa da autoridade decorrente de sua responsabilidade pelo programa de história da família, de que, se tentássemos atingir a meta da estaca, teríamos sucesso.
Depois da reunião, minha esposa e eu conversamos sobre a promessa e concordamos que ela não podia se aplicar a mim; havíamos passado os últimos 40 anos investigando cada ramo de nossa árvore genealógica. Meus antepassados eram difíceis de localizar, e não tínhamos feito progresso algum por vários anos. Acreditávamos que não havia mais o que fazer. No entanto, a promessa do líder do grupo não me saiu da lembrança pelos dias que se seguiram. Decidi colocar à prova aquela promessa. Comecei com meu gráfico de linhagem, tentando imaginar o que podia fazer.
Depois de três dias de profunda consideração, senti-me inspirado a procurar num lugar específico alguma informação sobre uma das pessoas que estava no final da linha do meu gráfico. Em menos de metade de um dia de pesquisa na Internet, descobri que outro homem havia pesquisado esse nome numa paróquia da Inglaterra. Um dos nomes mais recentes que ele localizara era a pessoa do final do meu gráfico. Usando essa informação, pude estender minha linha para outras cinco gerações — até os idos de 1650 — e incluir o nome de solteira de várias mulheres em minha linhagem e o nome de vários irmãos e irmãs. Minha mulher e eu ficamos assombrados e felizes.
Algum tempo depois, passei a procurar informações na Internet sobre um tetravô que aparentemente havia desaparecido. Depois de uma breve busca, eu o localizei. Descobri que ele havia-se mudado da Pensilvânia, EUA, para Wisconsin, EUA, pouco depois do falecimento de sua primeira esposa. Com os dados coletados dos registros de Wisconsin, adicionei mais de 400 nomes à história de minha família.
Depois, descobri 100 antepassados que lutaram na Guerra Revolucionária e na Guerra Civil Norte-americana. Tracei seis linhas até 1600.
Durante meus primeiros 40 anos de pesquisa, registrei 65 nomes em meu gráfico de linhagem e quase 3.000 nomes em meu banco de dados. Nos vinte meses depois que o líder do meu grupo de sumos sacerdotes fez sua promessa, adicionei mais de 70 nomes ao gráfico e mais de 17.000 nomes ao banco de dados, inclusive dois presidentes dos Estados Unidos!
O Senhor nos diz que Sua palavra “não passará, mas será toda cumprida, seja pela minha própria voz ou pela voz de meus servos, é o mesmo” (D&C 1:38). Verdadeiramente, a promessa do Pai Celestial, pela voz de um líder do sacerdócio inspirado e autorizado, foi cumprida.
Depois de três dias de profunda consideração, senti-me inspirado a procurar num lugar específico alguma informação sobre uma das pessoas que estava no final da linha do meu gráfico

quinta-feira, 1 de setembro de 2011



"Nossos antepassados não morrem quando falecem; eles só morrem quando são esquecidos".
(Laura Esquível)